Ontem li Aruanda, assinado por Robson Pinheiro. Embora todo o seu contexto faça esperar um livro antirracista, não é isso que ele é: chega a defender que a Umbanda seja desafricanizada, como parte da ampliação da sua aceitabilidade (na visão do autor) por praticantes de outras crenças.
Não sou umbandista, não moro em Niteroi, mas mesmo assim não curti.